segunda-feira, 9 de maio de 2011

Anatomia do Sistema Reprodutor Feminino

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Como funciona o sistema reprodutor

O sistema reprodutor da mulher é responsável pela produção de hormonas sexuais femininas que mantêm o normal funcionamento do ciclo reprodutivo e está preparado para desempenhar várias funções, passando pelas seguintes etapas:

produção de células necessárias à reprodução: o óvulo e os ovócitos o óvulo é transportado para uma zona para que haja fertilização é nas Trompas de Falópio que a fecundação do óvulo pelo espermatozóide se pode dar, dando início a uma gravidez se a fertilização não ocorrer a mulher menstrua. Durante o período da menopausa, o sistema reprodutor feminino cessa a produção de hormonas femininas necessárias a que o ciclo reprodutivo funcione.



Ciclo menstrual e período fértil

O ciclo menstrual é o intervalo de tempo que decorre entre o primeiro dia de menstruação e o primeiro dia da menstruação seguinte.

Embora se diga que um ciclo dura 28 dias, a verdade é que a duração pode variar de mulher para mulher e nem sempre ter a mesma duração na mesma mulher.

A duração de um ciclo normal pode ir de 21 a 35 dias. Sendo assim, a mulher pode ter ciclos regulares ou irregulares.

À primeira menstruação dá-se o nome de menarca e ocorre entre os 10 e os 16 anos.

Nos adolescentes, os primeiros ciclos menstruais podem ser irregulares, não constituindo razão para preocupações.

Quando a mulher deixa de menstruar, diz-se que entrou no período de menopausa, o que significa que os ovários deixaram de produzir óvulos. Na maioria das mulheres, a menopausa ocorre entre os 45 e os 55 anos, podendo acontecer de forma súbita ou gradualmente.



Fases do ciclo menstrual

Fase pré-ovulatória

Durante o ciclo, a hipófise (glândula) e os ovários vão produzindo hormonas que comandam a escolha de um óvulo maduro, desencadeiam a ovulação e preparam o útero para uma eventual gravidez.

Desde o nascimento, os ovários contêm milhares de folículos nos quais se encontra o número de óvulos com que cada mulher poderá contar ao longo da sua vida reprodutiva. Muitos destes óvulos nunca chegam a amadurecer.

Nesta fase, à medida que os ovários produzem uma hormona feminina chamada estrogénio, um dos folículos cresce mais depressa do que os outros, fica cheio de líquido e o óvulo que o contém amadurece - chama-se folículo dominante. Quando este folículo se rompe ocorre a ovulação.

A duração desta fase é variável, dependendo do tempo que leva a escolha do folículo dominante. Este facto é responsável pela variação da duração dos ciclos menstruais.


Fase pós-ovulatória

Nesta fase, o folículo dominante sofre transformações. Chama-se agora corpo amarelo e produz uma hormona, a progesterona.

A progesterona é responsável pelas alterações que ocorrem no endométrio (mucosa que reveste o interior do útero), tornando-o mais espesso, com um maior número de vasos sanguíneos, água e glicogénio.

Estas transformações têm como objectivo preparar o útero para receber um óvulo fertilizado, criando as condições para o início de uma gravidez. Ao fim de 14 dias, cessa a produção de progesterona, caso não se inicie uma gravidez.

Dá-se uma queda do nível das hormonas no sangue e, consequentemente, a descamação do endométrio, ocorrendo a menstruação e iniciando-se um novo ciclo menstrual.


O que é o período fértil ?

O período fértil é o intervalo de tempo, no ciclo menstrual, em que as mulheres têm maior probabilidade de engravidar. Uma das formas de calcular o período fértil é saber qual a duração dos ciclos menstruais.

Método de cálculo

Durante 6 meses a 1 ano, a mulher deve anotar todos os meses num calendário o dia em que aparece a menstruação, contando o tempo que dura cada ciclo entre uma menstruação e a seguinte.

Uma vez feita esta contagem, subtrai-se ao ciclo mais curto, 18 dias, e ao ciclo mais longo, 11 dias.

Ao serem encontrados os resultados, o intervalo entre ambos, do menor para o maior, indica o intervalo de tempo no qual a mulher se encontra no período mais fértil dos seus ciclos.

Por exemplo:

Imaginemos um ciclo mais curto de 26 dias e um ciclo mais longo de 30 dias, então:

Ciclo mais curto: 26-18 = 8

Ciclo mais longo: 30-11 = 19

Este cálculo significa que os dias mais férteis neste ciclo situam-se entre o 8º e 19º dias.

Quando se fala em 8º dia, fala-se do 8º dia a contar da data do 1º dia da menstruação. Ao longo da vida da mulher, esta situação vai acontecer todos os meses e só é interrompida no caso da mulher engravidar.

3 comentários:

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Objectivo Mínimos da Ed.Sexual (por Ciclo)

1.º ciclo (1.º ao 4.º anos)

- Noção de corpo;

- O corpo em harmonia com a Natureza e o seu ambiente social e cultural;

- Noção de família;

- Diferenças entre rapazes e raparigas;

- Protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não às
aproximações abusivas.


2.º ano
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor deve esclarecer os alunos sobre questões e dúvidas que surjam naturalmente, respondendo de forma simples e clara.


3.º e 4.º anos
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor poderá desenvolver temas que levem os alunos a compreender a necessidade de proteger o próprio corpo, de se defender de eventuais aproximações abusivas, aconselhando que, caso se deparem com dúvidas ou problemas de identidade de género, se sintam no direito de pedir ajuda às pessoas em quem confiam na família ou na escola.


2.º ciclo (5.º e 6.º anos)
- Puberdade — aspectos biológicos e emocionais;

- O corpo em transformação;

- Caracteres sexuais secundários;

- Normalidade, importância e frequência das suas variantes
biopsicológicas;

- Diversidade e respeito;

- Sexualidade e género;

- Reprodução humana e crescimento; contracepção e
planeamento familiar;

- Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas;

- Dimensão ética da sexualidade humana.


3.º ciclo (7.º ao 9.º anos)
- Dimensão ética da sexualidade humana:

- Compreensão da sexualidade como uma das componentes
mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projecto de vida que integre valores (por exemplo: afectos,ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética;

- Compreensão da fisiologia geral da reprodução humana;

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- Compreensão da epidemiologia das principais IST em Portugal e no mundo (incluindo infecção por VIH/vírus da imunodeficiência humana — HPV2/vírus do papiloma humano — e suas consequências) bem como os métodos de prevenção.

- Saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco, dizendo não a pressões emocionais e sexuais;

- Conhecimento das taxas e tendências de maternidade e da paternidade na adolescência e compreensão do respectivo significado;

- Conhecimento das taxas e tendências das interrupções voluntárias de gravidez, suas sequelas e respectivo significado;

-Compreensão da noção de parentalidade no quadro de uma saúde sexual e reprodutiva saudável e responsável;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas.

Ensino secundário
- Compreensão ética da sexualidade humana.

- Sem prejuízo dos conteúdos já enunciados no 3.º ciclo,sempre que se entenda necessário, devem retomar -se temas previamente abordados, pois a experiência demonstra
vantagens de se voltar a abordá -los com alunos que, nesta
fase de estudos, poderão eventualmente já ter iniciado a vida sexual activa. A abordagem deve ser acompanhada por uma reflexão sobre atitudes e comportamentos dos
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