segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Masturbação e virgindade

Mensagem:
Queria saber se ao masturbar-nos perdemos a virgindade, ou seja, o hímen rompe-se?


Resposta:
A masturbação feminina pode assumir várias formas com vários graus de contacto. Podem ser apenas carícias (e aí não há o risco de o hímen romper) e pode ser a introdução de objectos (ou afins) na vagina e aí, sim, existe o risco de se romper o hímen.
Mas, como vês, uma mulher também pode masturbar-se sem romper o hímen.
Para concluir, pensa um pouco no que significa perder a virgindade.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Chás e a Gravidez




Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebé; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.

Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.

Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebé, mas raramente provocam o aborto. Por isso, são um risco para a gestante.

O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar à morte da mãe.

Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebé.

De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.

Chás que podem ser utilizados na gravidez
Chá de erva doce;
Chá de erva cidreira;
Chá de alfazema.

Chás que não devem ser utilizados na gravidez
Chá mate;
Chá de cravo-da-índia;
Chá de canela;
Chá preto;
Chá branco;
Chá verde.


Fonte: Chás e a Gravidez | Planeamento Familiar

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Masturbação "a mais"

Mensagem
Masturbo-me regularmente há 3 anos e tenho hoje 18. Ultimamente reparei que aquilo a que chamam epidímio (não sei se o termo está bem escrito mas refiro-me aos canais onde são armazenados os espermatozóides nos testículos) se encontra bastante grande no meu testículo esquerdo, ao contrário do que se passa no direito. Ao apalpar é possível distinguir uma massa de canais quase tão grande como o próprio testículo. Não sei se é normal ou se é grave ou ainda se se deve aos meus estúpidos hábitos e agradecia muitíssimo que me ajudassem.

Envergonho-me de o fazer tanto e não quero falar com nenhum médico antes de ter a vossa opinião visto conseguir algum anonimato por esta via de conversa. Está claro, parei de me masturbar há 8 dias... Obrigado e por favor respondam-me.


Resposta
Masturbar-se muitas vezes não causa mal nenhum. Como em tudo, só será uma prática negativa se se tornar num exagero: se tu não conseguires deixar de pensar nisso ou de passares sem isso em qualquer circunstância. Resumindo: se for um vício, uma dependência.

Se tu te masturbares com uma regularidade semelhante à que terias relações sexuais (que até pode ser todos os dias), não estás a fazer nada de anormal.

O caso que contas tem mesmo de ser visto por um médico. Podes estar com algum problema. (Ah! E os teus hábitos não são estúpidos.)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Gravidez aos 40 anos



As mulheres contemporâneas, em geral, andam priorizando as suas carreiras. Esse fato, aliado à demora em encontrar um parceiro estável, que transmita segurança para se ter um filho, faz com que muitas delas adiem o sonho da maternidade e acabem tendo sua primeira gravidez depois dos 40 anos. A maternidade tardia está a tornar-se uma tendência da vida moderna. O número de mulheres que engravidam aos 40 anos dobrou nas duas últimas décadas criando um tipo de família diferente, pois quando os seus filhos tiverem 30 anos as mães terão 70.

Especialistas comentam que a gravidez aos 40 deve ser uma exceção, e não uma regra, visto que, apesar da medicina estar avançada e ter mudado, os aspectos biológicos continuam os mesmos. Conforme a idade vai avançando a taxa de fertilidade da mulher diminui e a de aborto aumenta.

Para as mulheres, a melhor idade para se engravidar é entre os 18 e 30 anos. Passado esse período os riscos aumentam gradualmente, por isso não é recomendável deixar para engravidar depois dos 35 anos. Antes dessa idade o risco de um filho nascer com síndrome de Down é de 1 em 600, mas após os 35 a taxa é de 1 em 100. A mãe aos 40 está mais sujeita a ter também pressão alta e diabetes, que podem acarretar complicações na gestação.

Mais da metade das mulheres acima dos 40 anos é infértil, pois, ao contrário dos homens que produzem espermatozóides durante toda a vida, a mulher já nasce com todos os óvulos produzidos. O tempo vai envelhecendo-os, fazendo com que a taxa de fertilidade caia conforme a idade avança. Por isso, especialistas comentam que aos 40 anos as mulheres estão com o organismo mais voltado para a menopausa do que para a gravidez.

A mulher com esta idade sofre maior desgaste físico que as que engravidam na idade recomendada. É como se a gravidez acelerasse um desgaste de 3 anos nessa mulher que normalmente tem menos pique e também menos condições físicas para passar por essa fase.

Lembre-se que, independente da idade, o mais importante é cuidar da saúde, principalmente durante a gravidez. Atualmente há mulheres de 40 anos muito mais saudáveis que as de 20, praticam desporto, controlam o peso e não fumam. Caso você seja uma mãe de 40 anos ou mais é indispensável o acompanhamento mais aprofundado de um médico ginecologista e obstetra.


Fonte: Gravidez aos 40 anos | Planeamento Familiar

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mamas de tamanho diferente

Mensagem:
Por que é que uma mama cresce sempre primeiro que a outra? É que eu tenho uma grande e outra que ainda nem começou a crescer...

Resposta:
As mamas das raparigas crescem a velocidades ligeiramente diferentes, mas não se gera uma diferença assim tão grande que seja problema, até porque rapidamente os peitos "acertam" o tamanho.

Só deves preocupar-te se for uma diferença muuuito visível, e mesmo assim, não corras para o médico, pois o nosso corpo na maior parte das vezes ajusta-se sempre naturalmente.
Dá tempo ao teu corpo, ok?

Tudo de bom

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Como Engravidar Rapidamente e com Facilidade



À medida que as semanas transformam-se em meses você pode começar a perceber a dura verdade, que ficar grávida não é tão fácil como você tinha imaginado.

Mas então como engravidar rapidamente e com facilidade?
Se for a sua primeira vez tentando engravidar, você pode ter passado a maior parte de sua vida tentando “evitar” ficar grávida e mesmo assim com medo de ter ficado…
E bem, agora que chegou o momento você pode perceber que engravidar não é assim tão simples como você pensava.
Existem diversos fatores que podem estar impedindo você de engravidar rapidamente e com facilidade.

Por que Não Consigo Engravidar Rapidamente e com Facilidade?
Pois bem, logisticamente, o momento certo é muito importante. Uma mulher saudável irá ovular apenas uma vez a cada ciclo normalmente liberando um óvulo que precisa ser fecundado dentro de um período de 6 a 12 horas, a fim de engravidar. Este é o principal fator que impede a maioria das jovens saudáveis de engravidar.
O esperma do homem pode sobreviver no interior da mulher entre 2 e 3 dias, a situação ideal para a fertilização é a de que o esperma seja depositado no interior da mulher e fique a espera do óvulo – a maior parte das fertilizações realmente só ocorre na “boca” das trompas de Falópio. Por isso é importante que tenha relações e que saiba calcular o período fértil da mulher.

A qualidade do esperma masculino pode variar muito. Calor ao redor do testículo, o uso de roupa apertada e o excesso de ejaculação são fatores que podem diminuir significativamente a quantidade de espermatozóides ativos e férteis reduzindo a possibilidade de fertilização, não permitindo a você engravidar com facilidade.

Portanto, se um casal teve relações duas vezes por dia todos os dias durante o mês inteiro isso não seria necessariamente tão eficaz quanto ter relações apenas uma vez na hora certa, apenas horas antes que a ovulação ocorra.

Um método eficaz usado por muitos casais é o método gráfico ou método TBC (Temperatura Basal Corporal). Isso envolve basicamente medir diariamente a temperatura vaginal e registar em um gráfico.

Justamente no ponto da ovulação há um aumento significativo da temperatura. Isso, combinado com outros fatores, como a densidade de muco vaginal e possivelmente sensações abdominais serão exibidos quando a ovulação estiver ocorrendo.

Após alguns meses usando esse método de alta precisão, o casal pode prever com elevado grau de certeza quando exatamente a ovulação irá ocorrer e pode assim ter relações apenas algumas horas antes a fim de garantir que a mulher possa engravidar rapidamente e com facilidade.

As principais questões sanitárias que impedem a fertilização incluem fumar e beber, tanto em relação à mulher quanto ao homem. Comer de forma não saudável; a mulher deve certificar-se de estar ingerindo suficiente vitamina B12 (encontrados em carnes, peixes, ovos e leite).

Tomar complementos de ácido fólico também pode ajudar muito. Tomar drogas (incluindo medicamentos prescritos) também é muito prejudicial para o processo de concepção (e para o feto se você continuar durante a gestação). Fumar maconha reduz a quantidade de espermas ativos produzido pelo homem em mais de 50% e os efeitos podem durar por mais de 6 meses.

Todos estes aspectos demonstram quão difícil pode ser a engravidar e talvez você comece a ver que a criação de outra vida humana é realmente um milagre quando você perceber como improváveis as chances de fertilização realmente são. Porém, seguindo as dicas acima você conseguirá engravidar rapidamente e com facilidade.


Fonte: Como Engravidar Rapidamente e com Facilidade | Planeamento Familiar

sábado, 1 de dezembro de 2012

Laqueação de trompas

Mensagem
Desejava saber como é que cirurgicamente se processa a laqueação de trompas; se é por incisão externa ou por via vaginal. Tenho 37 anos, duas filhas e eu e o meu marido estamos seriamente a pensar nessa opção.

Resposta:
A laqueação (tanto quanto sabemos) pode ser feita pelos dois processos. Só o médico pode saber qual o mais indicado, mas lembramos que é um método dificilmente reversível.
Por favor, consulte o seu ginecologista e exponha-lhe as suas dúvidas. É o mais seguro e o mais sensato.
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Objectivo Mínimos da Ed.Sexual (por Ciclo)

1.º ciclo (1.º ao 4.º anos)

- Noção de corpo;

- O corpo em harmonia com a Natureza e o seu ambiente social e cultural;

- Noção de família;

- Diferenças entre rapazes e raparigas;

- Protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não às
aproximações abusivas.


2.º ano
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor deve esclarecer os alunos sobre questões e dúvidas que surjam naturalmente, respondendo de forma simples e clara.


3.º e 4.º anos
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor poderá desenvolver temas que levem os alunos a compreender a necessidade de proteger o próprio corpo, de se defender de eventuais aproximações abusivas, aconselhando que, caso se deparem com dúvidas ou problemas de identidade de género, se sintam no direito de pedir ajuda às pessoas em quem confiam na família ou na escola.


2.º ciclo (5.º e 6.º anos)
- Puberdade — aspectos biológicos e emocionais;

- O corpo em transformação;

- Caracteres sexuais secundários;

- Normalidade, importância e frequência das suas variantes
biopsicológicas;

- Diversidade e respeito;

- Sexualidade e género;

- Reprodução humana e crescimento; contracepção e
planeamento familiar;

- Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas;

- Dimensão ética da sexualidade humana.


3.º ciclo (7.º ao 9.º anos)
- Dimensão ética da sexualidade humana:

- Compreensão da sexualidade como uma das componentes
mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projecto de vida que integre valores (por exemplo: afectos,ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética;

- Compreensão da fisiologia geral da reprodução humana;

- Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório;

- Compreensão do uso e acessibilidade dos métodos contraceptivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de acção e tolerância (efeitos secundários);

- Compreensão da epidemiologia das principais IST em Portugal e no mundo (incluindo infecção por VIH/vírus da imunodeficiência humana — HPV2/vírus do papiloma humano — e suas consequências) bem como os métodos de prevenção.

- Saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco, dizendo não a pressões emocionais e sexuais;

- Conhecimento das taxas e tendências de maternidade e da paternidade na adolescência e compreensão do respectivo significado;

- Conhecimento das taxas e tendências das interrupções voluntárias de gravidez, suas sequelas e respectivo significado;

-Compreensão da noção de parentalidade no quadro de uma saúde sexual e reprodutiva saudável e responsável;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas.

Ensino secundário
- Compreensão ética da sexualidade humana.

- Sem prejuízo dos conteúdos já enunciados no 3.º ciclo,sempre que se entenda necessário, devem retomar -se temas previamente abordados, pois a experiência demonstra
vantagens de se voltar a abordá -los com alunos que, nesta
fase de estudos, poderão eventualmente já ter iniciado a vida sexual activa. A abordagem deve ser acompanhada por uma reflexão sobre atitudes e comportamentos dos
adolescentes na actualidade:

- Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos menstruais.

- Informação estatística, por exemplo sobre:
-Idade de início das relações sexuais, em Portugal e na UE;
- Taxas de gravidez e aborto em Portugal;
- Métodos contraceptivos disponíveis e utilizados; segurança
proporcionada por diferentes métodos; motivos que
impedem o uso de métodos adequados;
- Consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade
e da paternidade de gravidez na adolescênciae do aborto;
- Doenças e infecções sexualmente transmissíveis (como
infecção por VIH e HPV) e suas consequências;
- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas.

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