sexta-feira, 6 de julho de 2018

Portugueses fazem sexo três vezes por semana


Em Portugal faz-se mais sexo do que no resto do Mundo. A conclusão retira-se do Inquérito Global sobre Disfunção Erétil, no qual 68% de homens e mulheres portugueses garantem que têm relações sexuais pelo menos duas vezes por semana (e 23 por cento dizem fazer sexo três vezes por semana, a percentagem mais elevada no estudo).


Talvez por modéstia, nos restantes doze países ouvidos, apenas 55 por cento dos inquiridos responderam que o fazem de duas a cinco vezes por semana. O mais frequente, refira-se, até é a resposta ‘uma vez por mês'. O fim de semana é o momento preferido dos portugueses para ter sexo. No top das escolhas, o sábado foi a primeira opção para 74 por cento de homens e mulheres, seguindo-se o domingo (57 por cento). A sexta-feira foi a terceira escolha, reunindo 51 por cento das preferências. No que respeita à melhor hora, a noite está no topo das preferências. Apesar de a grande maioria garantir que lhe é indiferente, o horário entre as 22h00 e as 02h00 foi escolhido por 29 por cento. E é no verão que os portugueses mais fazem sexo.

O cansaço, refere ainda o inquérito, é a desculpa mais vezes escolhida por um ou por outro parceiro para evitar ter relações sexuais, seguida das dores de cabeça e musculares.

O estudo foi realizado pela Sociedade Portuguesa de Andrologia, Associação Portuguesa de Andrologia, Associação Portuguesa de Urologia e Lilly Portugal, que ouviram 1001 portugueses com mais de 33 anos. Do total, 600 são homens e 401 são mulheres.

Namorar, namorar, namorar. Esta é a palavra-chave para manter viva a chama da união ou do casamento dos casais de todas as idades. Não devem ser só os jovens e descomprometidos a namorar. Namorar muito e sempre que se tenha disponibilidade. Essa é a opinião do sexólogo Santinho Martins.

O especialista afirmou que as famílias que vivem hoje numa situação economicamente "suportável" devem "namorar" e fomentar o clima de romance entre homem e mulher. "Jantar fora ou preparar um jantar em casa, criar um ambiente romântico, com velas e uma comida requintada, ajuda ao namoro", afirma Santinho Martins.

Os casais que enfrentam dificuldades económicas (vinte por cento dos portugueses) estão mais preocupados na subsistência e o ambiente de romance desaparece. O especialista salienta que, nesses casos, é importante a afinidade no casal para ultrapassar as dificuldades.

Quais os sinais de que uma relação está em risco?
A falta de sexo não é, por si só, um indicador de que algo não está bem. Antes do afastamento físico, o casal começa a distanciar-se e a refugiar-se no silêncio. O silêncio é a porta de entrada para a crise e o diálogo e o respeito a melhor forma de nos protegermos.

Como se apimenta a relação?
Tomando consciência de que o outro não nos pertence e que não podemos desistir de cativar, de namorar e de surpreender. A monotonia a que nos entregamos é, sem dúvida, um caminho tumultuoso... Dá trabalho, mas devemos usufruir do outro em exclusivo, nem que por breves momentos!

Falta de desejo, o que fazer?
Tentar perceber! São inúmeras as causas que nos podem afastar dos lençóis... As preocupações e a vida exigente estão no topo dos fatores, mas existem outros de que é exemplo o uso de fármacos, como os ansiolíticos ou os antidepressivos. O mais importante? Não cobrar nem insistir!

A mulher quer surpreender e seduzir o marido. Quais são as dicas?
Cada relação é única! As estratégias deverão ser traçadas de acordo com a nossa intimidade. Elogiar e provocar é importante e é tão simples como escrevermos uma mensagem ou um e-mail atrevido. Chamar para um banho a dois, esquecer os pijamas polares e voltar a sentir a pele do outro, ou permitir que se entreguem sem pressa, o mais importante é mostrar-se, verdadeiramente, disponível!

Planos a dois... Como quebrar a rotina do casamento?
Definirem juntos coisas que ambos gostem de fazer a dois. Com o nascimento dos filhos, muitos casais esquecem-se de que já foram amantes. Importante é que conservem o ‘nós' e que não desistam de o procurar.

http://www.cmjornal.xl.pt

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens populares

Objectivo Mínimos da Ed.Sexual (por Ciclo)

1.º ciclo (1.º ao 4.º anos)

- Noção de corpo;

- O corpo em harmonia com a Natureza e o seu ambiente social e cultural;

- Noção de família;

- Diferenças entre rapazes e raparigas;

- Protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não às
aproximações abusivas.


2.º ano
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor deve esclarecer os alunos sobre questões e dúvidas que surjam naturalmente, respondendo de forma simples e clara.


3.º e 4.º anos
- Para além das rubricas incluídas nos programas de meio físico, o professor poderá desenvolver temas que levem os alunos a compreender a necessidade de proteger o próprio corpo, de se defender de eventuais aproximações abusivas, aconselhando que, caso se deparem com dúvidas ou problemas de identidade de género, se sintam no direito de pedir ajuda às pessoas em quem confiam na família ou na escola.


2.º ciclo (5.º e 6.º anos)
- Puberdade — aspectos biológicos e emocionais;

- O corpo em transformação;

- Caracteres sexuais secundários;

- Normalidade, importância e frequência das suas variantes
biopsicológicas;

- Diversidade e respeito;

- Sexualidade e género;

- Reprodução humana e crescimento; contracepção e
planeamento familiar;

- Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas;

- Dimensão ética da sexualidade humana.


3.º ciclo (7.º ao 9.º anos)
- Dimensão ética da sexualidade humana:

- Compreensão da sexualidade como uma das componentes
mais sensíveis da pessoa, no contexto de um projecto de vida que integre valores (por exemplo: afectos,ternura, crescimento e maturidade emocional, capacidade de lidar com frustrações, compromissos, abstinência voluntária) e uma dimensão ética;

- Compreensão da fisiologia geral da reprodução humana;

- Compreensão do ciclo menstrual e ovulatório;

- Compreensão do uso e acessibilidade dos métodos contraceptivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de acção e tolerância (efeitos secundários);

- Compreensão da epidemiologia das principais IST em Portugal e no mundo (incluindo infecção por VIH/vírus da imunodeficiência humana — HPV2/vírus do papiloma humano — e suas consequências) bem como os métodos de prevenção.

- Saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco, dizendo não a pressões emocionais e sexuais;

- Conhecimento das taxas e tendências de maternidade e da paternidade na adolescência e compreensão do respectivo significado;

- Conhecimento das taxas e tendências das interrupções voluntárias de gravidez, suas sequelas e respectivo significado;

-Compreensão da noção de parentalidade no quadro de uma saúde sexual e reprodutiva saudável e responsável;

- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas.

Ensino secundário
- Compreensão ética da sexualidade humana.

- Sem prejuízo dos conteúdos já enunciados no 3.º ciclo,sempre que se entenda necessário, devem retomar -se temas previamente abordados, pois a experiência demonstra
vantagens de se voltar a abordá -los com alunos que, nesta
fase de estudos, poderão eventualmente já ter iniciado a vida sexual activa. A abordagem deve ser acompanhada por uma reflexão sobre atitudes e comportamentos dos
adolescentes na actualidade:

- Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos menstruais.

- Informação estatística, por exemplo sobre:
-Idade de início das relações sexuais, em Portugal e na UE;
- Taxas de gravidez e aborto em Portugal;
- Métodos contraceptivos disponíveis e utilizados; segurança
proporcionada por diferentes métodos; motivos que
impedem o uso de métodos adequados;
- Consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade
e da paternidade de gravidez na adolescênciae do aborto;
- Doenças e infecções sexualmente transmissíveis (como
infecção por VIH e HPV) e suas consequências;
- Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
- Prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas.

Recomendamos ...

Arquivo do blog